domingo, 21 de julho de 2019

Wear a Crown está na Summer Market & Street Food, em Coimbra



A arquitecta e artista Teresa Fonseca está a mostrar em Coimbra, no Summer Market & Street Food, as belezas de sua coleção de acessórios. Sua marca Wear a Crown vai mais longe a cada dia. Visite o estaminé (stand) na feira e siga a página no facebookSão bandoletes (tiaras), sacos de praia e da cidade, capulanas e mais acessórios de cabelos.



domingo, 9 de junho de 2019

Alex Duarte

Arte em Póvoa das Quartas

Alex Duarte, um português que contempla a arte e a vida com paixão intensa e sorriso leve.
Portugal é um dos melhores destinos do mundo. Principalmente para quem vem do Brasil. Por todo lado há pessoas, traços culturais e expressões artísticas que fazem o brasileiro sentir-se em casa. Mas é no centro do país que encontramos verdadeiros "brasis" do lado de cá do Atlântico.
Artesanato em Xisto
O artesanato, por exemplo, lembra muito o que é feito no Brasil. Peço ajuda dos historiadores para explicar se são os índios, os africanos ou os portugueses os "pais" do artesanato do Nordeste do Brasil. Na minha humilde opinião são os três. Mas isso fica pra outra conversa. 
Hoje quero mostrar imagens do artesanato de Oliveira do Hospital, cidade do Distrito de Coimbra próxima da Serra da Estrela. Não é um compilado da arte do lugar, mas um breve resumo da arte e da alma de um artista.

Alex Duarte



"Seu" Alex é um simpático e elegante jovem de 73 anos que nasceu e vive em Póvoa das Quartas, na Freguesia de Lagos da Beira, concelho de Oliveira do Hospital. Proprietário do mais antigo café da região, Alex Duarte dedica hoje parte do seu tempo à arte. 
Suas peças são miniaturas perfeitas de casas, artefactos e ferramentas. O zelo, o carinho e a perfeição dos detalhes mostram o envolvimento do artista com a história da sua região e do seu povo. Ele não costuma vender as peças. Algumas são
O café foi construído pelo seu pai em meados do século passado
reproduzidas em grande quantidade para dar às crianças (porta lápis) e outras para os filhos e familiares. Mas a maior parte de sua arte ele apenas expõe no seu café, que hoje encontra-se desativado e tornou-se um verdadeiro museu.


Ali também está sua colecção de bebidas antigas, com mais de meio século, a colecção de miniaturas de garrafas de bebidas e a sua outra paixão: aguardentes e licores artesanais. Ele produz licores e aguardentes de limão, morango e de frutas e ervas da região. Embora não beba, ele tem uma pequena adega onde há sabores que agradariam até o mais refinado paladar.
A Jeropiga do Alex, por exemplo, (jeropiga é uma bebida alcoólica tradicional em Portugal, preparada adicionando aguardente ao mosto de uva para parar a fermentação, portanto mais alcoólica e mais doce que o vinho) é a melhor de Portugal. Lembra muito o vinho do Porto. Nada disso é para fins comerciais. É a expressão da alma e da cultura de um português que contempla a vida com paixão intensa e sorriso leve.
Passeio pelas ruas de Póvoa das Quartas
Um homem atencioso. O Sr. Alex nos acompanhou (a mim e minha esposa Carla) pelas ruas de Póvoa das Quartas como um guia turístico, a apresentar as antigas habitações, esplanadas e a Igreja. Contou histórias das famílias que ali viveram e que estão a residir na capital do país. 

Explicou sobre os preparativos para a tradicional festa de Santo António que decorre neste final de semana.
A família do Sr. Alex está envolvida na organização da festa em homenagem ao santo. A comunidade toda participa, decorando tudo com flores de papel colorido.

Dra. Micaela Domingues é nora do Sr. Alex e participa da organização da festa de Santo António   

Febras, porco assado na brasa
Pica pau: porco, picles, cenouras e azeitonas
À noite, há febras, pica pau, sumos e cerveja no espaço comunitário. Há alegria, aconchego familiar. Como manda a tradição, há mensagens escritas em cartazes pendurados por todo lado. Há dança, há banda a tocar o melhor da música portuguesa. Mas há algo que, falta no mundo e aqui há com abundância: PAZ! Aqui há tranquilidade, sossego e amor!











quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Ver e Sentir Portugal - Estação de São Bento


Quem nasceu vendo
talvez não perceba a importância da visão.

Talvez não sinta o relevo, a textura e a profundidade
das imagens, das paisagens e das coisas
apenas com o olhar.

Ao olhar, fotografar,
sentir a estação de São Bento, no Porto,

Eu que sou apaixonado
por imagens e paisagens,

Viajo em tudo que vejo
e sinto.

Não mergulho na profundidade histórica
nos detalhes reais
que os azulejos contam em belíssimas imagens


Opto então por imaginar 
outras histórias.

As histórias de pessoas como você,
que apenas passou por aqui 
somente uma vez

Ou que apenas sonhou passar.

Imagino a história das pessoas 
que aqui embarcam todos os dias
no concorrido mercado de trabalho europeu.

Para mim, a paisagem
natural ou socialmente construída,
é a vida em movimento.

É o tempo transformando a pessoa comum
em herói da sua família, da sua vida, da sua comunidade.

Heróis comuns, anônimos, 
construíram com suas mãos,
a estação de São Bento.


Como são igualmente anônimos 
os heróis 
que passam todos os dias por ela.

Na sua rotina de construir
um novo Portugal, cosmopolita,
Um dos principais destinos do turismo mundial.



De Portugal,
José Luiz da Silva

sábado, 26 de janeiro de 2019

Helena Dias também está na Loja de Artesanato "Artes Rurais", no Bairro dos Moinhos/Casa da roda

Helena: apologista da sustentabilidade
A arte de Helena Dias também está presente na Loja de Artesanato "Artes Rurais". 


A loja, de Beta Garcia, foi inaugurada em novembro de 2018 no Bairro dos Moinhos, na Casa da roda. 
Beta expõe naquele agradável ambiente o seu artesanato já  bastante conhecido e a produção artística-artesã de mais de 20 artistas.
São peças para decoração de interiores, uso doméstico, ornamentação e outras finalidades. 
A variedade de materiais pode atender aos mais variados e refinados gostos.
A loja encontra-se aberta de segunda a sábado das 9:30 às 18:00 horas e aos domingos das 14:00 às 17:00 horas.
Beta informa que ainda há espaço para outros artesãos que queiram expor seus produtos para ampliar as vendas.
Helena Dias aprofunda sua arte para além da matéria. Ela é apologista do aproveitamento dos recursos naturais e da sustentabilidade e é este o seu projeto.
Migramah (origem árabe) ou macramé é uma técnica de tecer fios que não utiliza nenhum tipo de maquinaria ou ferramenta, trabalhando com os dedos. Os fios vão-se cruzando e ficam presos por nós formando cruzamentos geométricos. O logotipo do projeto de Helena tem como fundamento a árvore da vida que explica a criação do universo. É um símbolo sagrado que interpreta o elo entre o céu, a terra e o submundo. Representa a imortalidade a fecundidade e a criação e simboliza ainda o renascimento, a continuidade ou seja, um ciclo interminável. 



Tasquinha do Sabugueiro

  Em visita à Serra da Estrela, conheça a Tasquinha do Sabugueiro. Onde encontrarás o Sr. Carlos e a Jacinta que prestam o melhor atendiment...